Festival Música Viva 2010


FESTIVAL MÚSICA VIVA 2010

De 10 a 25 de Setembro no Mosteiro dos Jerónimos, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém e Auditório do Instituto Franco-Português



Na sua 16ª edição o Festival Música Viva 2010 afirma-se no panorama nacional e internacional como um espaço de excelência da criação musical actual, ponto de convergência da música com a tecnologia, do instrumental e analógico com o electrónico e digital, sendo uma das iniciativas de maior visibilidade entre o vasto leque de actividades promovidas pela Miso Music Portugal, que este ano comemora 25 anos de vida intensa.

O Festival Música Viva 2010 é um desafio aos criadores e aos intérpretes, é um apelo à curiosidade e pretende ser um veiculo privilegiado de comunicação da música que se reinventa dia a dia, à procura de si própria, à procura de ser o que a faz ser, certa de que o seu ser afinal está na sua transmissão.

Destaca-se o cosmopolitismo do Festival através do contraponto entre os criadores portugueses e estrangeiros, estando representados compositores oriundos do Japão ao Canadá, passando por uma forte representação de compositores Europeus.
Destaca-se também uma programação especifica para o publico juvenil com 3 concertos e a participação de 2 coros infantis: o pioneiro e extraordinário Tapiola Choir da Finlândia pela primeira vez em Portugal e o Coro Infantil da Universidade de Lisboa. Destaca-se ainda em 2010, os 50 anos do compositor Miguel Azguime.
Com mais de trinta estreias numa programação em 11 concertos, serão apresentadas 11 obras em estreia absoluta, 23 em estreia nacional, num total de 70 obras, para além das 40 obras apresentadas no Sound Walk, das obras premiadas pelo Concurso de Composição Música Viva 2010 e ainda das diversas obras novas de alunos da Escola Superior de Música de Lisboa.

A participação do Coro e da Orquestra Gulbenkian, o encontro de dois grandes coros infantis o Tapiola e o Coro Infantil da Universidade de Lisboa, passando pelos emblemáticos concertos de música electrónica pela Orquestra de Altifalantes e pelos vários concertos de música de câmara com grupos estrangeiros como o Norrbotten Neo da Suécia e o Ars Nova da Roménia e com grupos portugueses de excepção como o Quarteto de Cordas de Matosinhos, e o Sond’Ar-te Electric Ensemble entre outros, perfilam propostas musicais muito distintas, que configuram a multiplicidade e o ecletismo da criação musical hoje em Portugal e no Mundo.


O Festival Música Viva apela à sua curiosidade!



As datas do Festival:

10 de Setembro Mosteiro dos Jerónimos
11 de Setembro Fundação Calouste Gulbenkian
16 a 19 de Setembro Centro Cultural de Belém
20 a 25 de Setembro Insitut Franco-Portugais

Programa completo no site do Festival