ROOM #315 . Ana R Albino e Phillipe Trovão

25 de Outubro de 2018 | 21h30
O'culto da Ajuda | Lisboa

ROOM #315 

Ana R. Albino e Phillipe Trovão

 

ROOM #315 é um espaço de comunicação num tempo vago que persiste no presente e que tem origem no universo "Lynchiano", é existir em vários universos sonoros em simultâneo, é encontrar no som e no silêncio novos significados a cada momento, é caos e lucidez, é realidade e imaginação, é a procura pela verdade que se renova a cada momento.

Uma guitarra eléctrica com efeitos e um saxofone têm diálogos e monólogos a partir de ambiências ora retiradas do mundo real [soundscaping] ora de um mundo imaginado [electrónica]. 

Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.

 

ANA R. ALBINO

Nascida no Algarve, iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos de idade. Ao longo da sua formação teve contacto com diversos estilos musicais como o jazz, fusão, fado, bossa nova, rock, pop, entre outros. Licenciou-se em guitarra clássica pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do professor António Gonçalves e fez um ano de Erasmus em Espanha na classe da professora Margarita Escarpa. Foi premiada no concurso Internacional de guitarra da Golegã e apresentou-se como solista em vários recitais bem como no Festival Internacional de guitarra de Lagoa. Actualmente complementa a sua formação com o estudo de jazz com o Nuno Ferreira onde desenvolve ferramentas para a improvisação e composição, é fundadora do duo Forma Perdida, lecciona na Academia de Música de Telheiras e mantém a sua vida musical muito activa através dos seus projectos e de colaborações temporárias com diversos músicos.

 

PHILLIPE TROVÃO

Nascido em Saint-Tropez, França, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de trabalhar e explorar vários estilos musicais. Licenciado em saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do Professor José Massarrão, conta com vários prémios ganhos em concursos de saxofone nacionais e internacionais, colaborações com diversos projectos de vários estilos musicais e apresentações como solista em Portugal, Espanha e Itália. Actualmente, o seu trabalho procura explorar o saxofone no maior número possível de vertentes da música, estando envolvido em projectos de músicas do mundo, rock, jazz, pop, música contemporânea e música electrónica.