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Percussão Extraordinária: Drumming Marimba Quartet
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2 de Jun. de 2017 21:30O'culto da Ajuda |
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| 2 de Junho de 2017 | 21h30
Percussão ExtraordináriaCiclo de Percussão no O’culto da Ajuda integrado nas Festas de Lisboa 2017
Drumming Marimba Quartet
Pedro Gois . marimba André Dias . marimba João Dias . marimba Miguel Bernat . marimba
Arturo Fuentes – Fosil Calatrava (2016) Miguel Azguime – Orbital Shift Variations (2017) ** Christopher Deane – Vespertine Formations (2003) José Alberto Gomes – No Moon (2016/2017) * Jo Kondo – A Volcano Mouth (1986) Fernando Villanueva – The Art of Worldmaking (2016/17) *
* estreia em Portugal ** estreia absoluta
Uma das tradições que tem vindo a desenhar a nossa Europa é, justamente, a capacidade de inovar e inventar novos mundos ou paisagens em termos artísticos, o que no fundo tem definido o que somos. No seio do Drumming – Grupo de Percussão, continuamos a acreditar nestes valores e assim prosseguimos na aposta desta tradição que é a criação, mesmo contra tendências e comodidades que paradoxalmente se têm instalado na nossa sociedade (europeia) nestas últimas décadas. Dentro do macrocosmo que representa o conjunto de instrumentos da família da percussão criamos constelações e sistemas (no fundo combinações camerísticas) que possam ter sentido pela sua homogeneidade e coerência como pode ser, e acreditamos que é, esta proposta: Quarteto de Marimbas. Consideramos, portanto, pertinente a criação de um quarteto de marimbas, também devido ao desenvolvimento que a marimba tem tido nas últimas décadas, assim como, ao significativo avanço da sua técnica interpretativa oferecendo um leque de possibilidades harmónicas, tímbricas, rítmicas e espaciais. O parco repertório existente já nos mostra as múltiplas possibilidades musicais inerentes e, por isso, pretendemos contribuir para a sua divulgação e a sua expansão em estreita colaboração com os compositores e construtores de instrumentos e baquetas. Efectivamente existe um grande paralelismo entre a génese de um quarteto de marimbas e um quarteto de cordas, devido à ambivalência entre homogeneidade e variedade sonora que ambas formações possuem. Esperamos com este projecto um futuro prometedor em torno deste núcleo camerístico. O repertório passa pelos trabalhos com compositores de renome internacional, bem como encomendas de novas peças. Miguel Bernat
com apoio da Fundação GDA - Circulação de Espectáculos 2016 - 2ª fase
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